sábado, 17 de novembro de 2012

Último...

É sempre o último. O último porre, o último trago, o último café... E assim os vícios vão virando promessas. Estamos sempre em busca daquela sensação que sentimos pela primeira vez, então insistimos em mais 1, que virão 2, sem saber que o último é apenas uma ilusão. O último trago nunca é aquele programado, é um trago qualquer em um dia qualquer, o último café é um copo amanhecido na mesa e nem nos daremos conta de que de foi o último. 



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