Difícil mesmo é simplesmente viver. Viver sem arrependimentos amanhecisos, sem a culpa antecipada, sem as velhas desculpas esfarrapadas.
Acordar sem a culpa de não ter feito o que deveria ou ao menos o que a mente pedia. Pois ela lesa constantemente, culpando—a por crimes não cometidos, mas que atormentam a madruga, sussurrando aos ouvidos. Será isso consciência ou carga não pertencida?
E então, o que fazer?
Resta aguardar o dia em que tudo se mostre verdadeiramente calmo e sinceramente límpido. Encostar então a cabeça no travesseiro e enfim dormir em paz.
Sem arrependimentos amanhecidos, sem a culpa antecida. Apenas em paz.
Pensar é transgredir e escrever te faz pensar mais além do que seu consciente permite.
domingo, 27 de maio de 2012
Esconde—se
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