Difícil mesmo é simplesmente viver. Viver sem arrependimentos amanhecisos, sem a culpa antecipada, sem as velhas desculpas esfarrapadas.
Acordar sem a culpa de não ter feito o que deveria ou ao menos o que a mente pedia. Pois ela lesa constantemente, culpando—a por crimes não cometidos, mas que atormentam a madruga, sussurrando aos ouvidos. Será isso consciência ou carga não pertencida?
E então, o que fazer?
Resta aguardar o dia em que tudo se mostre verdadeiramente calmo e sinceramente límpido. Encostar então a cabeça no travesseiro e enfim dormir em paz.
Sem arrependimentos amanhecidos, sem a culpa antecida. Apenas em paz.
Pensar é transgredir e escrever te faz pensar mais além do que seu consciente permite.
domingo, 27 de maio de 2012
Esconde—se
sábado, 19 de maio de 2012
A ideia parecer ser bem simples. De um lado quem você é e do outro quem você quer ser.
Confuso? Prático? Simples?
As vezes isso se torna um redemoinho de dúvidas e incertezas, outras parece ser tão claro quanto um trovão em dia chuvoso. Como um caminho de mão única, em que só um destino. Um destino previamente conhecido, se não, no mínimo, menos ácido que esse atual. Nele não enxergo mais a multidão, até parece que todos deram espaço para o que realmente, de fato, interesse, eu mesma. Porque é isso que as vezes não fica claro. Eu, meu caminho, minha trajetória. E onde eu quero chegar? O que eu quero ser? E isso só depende de mim.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Castelinho de Areia
Vai ver meu castelinho de areia dourado, com fadas encantadas, duendes verdes e personagens animados exista.
Vai ver que tudo que parece sonho seja realidade, mais próximo que um simples despertar.
E se meu castelinho de areia for indestrutível? Dele vejo todos os personagens do reino encantado, brincando de ser feliz. Nele parece que o céu brilha mais forte, não há tristezas ou arrependimentos.
Mas sempre vem a maré e leva tudo com ela, deixando apenas as marcas da presença do meu indestrutível castelinho de areia.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Finais Felizes
Jogue os dados, faço um plano, escreva-os em um papel de pão e guarde-o com carinho.
Assuma todos os riscos, seja autêntico, convicto e principalmente corajoso.
Caia, levante-se. Chute o ar, cante deseperamente e sorria.
Seja feliz nem que seja por um instante. Dê sua melhor risada, faça um novo amigo, dê um conselho e haja com imensa sinceridade.
E se depois tudo isso tu não ser uma pessoa melhor, maior, inimaginável, mas principalmente, satisfeito consigo mesmo, refaça todos os passos.
É possível chegar em um final feliz apenas querendo que ele seja feliz.