Eu e essa necessidade de viver na pluralidade, do instante impálpel.
De certeza absoluta nada tenho, a não ser que o corpo físico que me compõe e aos mortais, definhará em substâncias orgnânicas ineutilizáveis.
Creio que toda certeza absoluta é ignorância intolerável, tudo é mutável demais para permacer vivo as verdades absolutas.
Prefiro, as vezes, viver no anonimato e definhar em paz, sem almas clamando a volta. Outras vezes, prefiro o conhecimento rápido e imediato, coisa de vaidade.
Mas, nenhum dos dois detenho, vivo exatamente no centro desse dilema, decidindo calmamente que caminho trilhar. Colhendo ideias, pensamentos de mais sábios, de singulares.
Até lá, vou vivendo essa tal pluralidade chamada vida, até o dia que finalmente serei singular, no seu aspecto mais singelo, o da eternidade.
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