Aprendi a reaprender, a reinventar.
De um nada eu faço tudo, meu quintal feliz.
Crio um barco vou até o outro lado do rio. Vejo uma nova embarcação, retorno, retomo e navego.
Faço fogo para uma noite fria. Faço sol de um dia nublado.
Se me canso, mudo. Vou atrás de um pôr-do-sol, um que mais me agrade.
O mundo está de braços abertos para os corajosos e eu não tenho medo de me jogar.
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