quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Que assim seja

Que os dias de tempestade sejam serenos assim como os dias claros.
Que a felicidade seja algo constante e não esporádica.
Que a vida seja tranquila, na medida, sem excessos e sem ausências.
Que o fim de tarde seja tão nostálgico e encorajador como o pôr-do-sol.
Que haja força de vontade quando não houver mais esperança.
Que haja felicidade antes e acima de tudo.
Que descubramos que a vida nem sempre é simples, mas podemos aprender a descomplicá-la.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Reinvenção

Aprendi a reaprender, a reinventar.
De um nada eu faço tudo, meu quintal feliz.
Crio um barco vou até o outro lado do rio. Vejo uma nova embarcação, retorno, retomo e navego.
Faço fogo para uma noite fria. Faço sol de um dia nublado.
Se me canso, mudo. Vou atrás de um pôr-do-sol, um que mais me agrade.
O mundo está de braços abertos para os corajosos e eu não tenho medo de me jogar.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A falta Completada

Se lance em uma mina de palavras e descubra a que mais te combina.
Intensidade.
Exagero por uma vida que requer mais.
Simplicidade.
Um canto qualquer e já te chamo de lar.
Faça de qualquer canto teu abrigo. Maximize-o.
Para quem nada tem, já tem demais.
Aprenda a valorizar um sorriso e nunca estará triste.
Aprendar a amar a si próprio e nunca mais estará só.
Uma vida intensa e simples. A resposta para o que lhe faltava.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

inFELICIDADE

Mentes quando achas que és feliz. A felicidade indefinida diante de incertezas. São momentos breves, despercebidos. Acontece e já somos tomados novamente pelo vazio.
A insatisfação do ser alimenta a infelicidade. A buaca é a felicidade.
Que bobagem dizer ser feliz, uma vez que nada mais és composto pela sua ausência.

Um ponto

Você pode ser um ponto despercebido ou que fará a diferença. Você pode viver no espaço ou de pés implantados no chão. Sem depender de outros a não ser de si e em um potencial escondido, que necessita ser descoberto. Cedo ou tarde, porém descoberto.

sábado, 1 de outubro de 2011

Imaginei... Imaginando ser.

Imaginei um barquinho, um rio e uma encosta.
Imaginei um castelo cheio de reis despretenciosos.
Imaginei ser gigante de coração mole.
Acreditei que crescer era simplesmente imaginar ser. Mas, ao contrário, mal me deixam pensar.
Imaginei então o infinito. Lá me refugiei, imaginando ser o tudo, ser o nada. Imaginando ser eterno.
E vivendo como quero, criando um mundo só meu, onde posso correr livremente.
Imaginei que crescer fosse diferente. Imaginei que seria liberdade.