Esses medos primários que me assustam no meio da noite e me deixam soluçando até a manhã seguinte.
Tal óbvios e tão pouco aceitos.
Inevitáveis e dolorosos.
Deixar estar e adormecer no colo quente na cama agora vazia.
A morte não anuncia chegada, nos pega pelo braço de surpresa, nos leva dizendo ser um breve passeio.
Te ver ir é tão doloroso quanto permanecer diante sua ausência.
Até as flores do jardim sentem o mesmo. Até quem aqui não te viu sente a falta que faz.
Pensar é transgredir e escrever te faz pensar mais além do que seu consciente permite.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Demasiadamente
Comigo só levo o essencial, algumas roupas e boas histórias para contar.
Passei muito tempo vivendo em função do muito. Querendo tudo e valorizando demais.
Aprendi que para viver em paz é preciso ter pouco. Porém, não pouco sinônimo de falta, mas sim, apenas o necessário.
Passei muito tempo vivendo em função do muito. Querendo tudo e valorizando demais.
Aprendi que para viver em paz é preciso ter pouco. Porém, não pouco sinônimo de falta, mas sim, apenas o necessário.
domingo, 20 de novembro de 2011
um fim, Um começo
O começo foi fácil de aceitar. Uma série de gestos singelos, doçuras de palavras e formas concretas.
Te cantarolei ao ouvido palavras de amor, como alguém que diz não querer largar mão da emoção.
Nunca o subestimamos demais.
Não culpemos os aléns e aquéns. Fizemos o necessário, o que deveria ser feito.
Fomos amantes calorosos e fiéis, até o ponto sustentável.
Do contrário, podemos apenas dizer: foi bom enquanto durou.
Te cantarolei ao ouvido palavras de amor, como alguém que diz não querer largar mão da emoção.
Nunca o subestimamos demais.
Não culpemos os aléns e aquéns. Fizemos o necessário, o que deveria ser feito.
Fomos amantes calorosos e fiéis, até o ponto sustentável.
Do contrário, podemos apenas dizer: foi bom enquanto durou.
sábado, 12 de novembro de 2011
Meninice
Até parece que perdemos a emoção. A chuva batendo na janela em um fim de tarde não fascina mais.
Não cantamos mais por cantar.
Andamos rápido demais e não manifestamos mais puramente sinceridade.
Para onde foram nossos heróis que não deixaram rastros? Para onde vou correr quando sentir medo do escuro?
Amadurecer não significa esquecer a magia. Se for assim, que o tempo volte e se congele.
Não cantamos mais por cantar.
Andamos rápido demais e não manifestamos mais puramente sinceridade.
Para onde foram nossos heróis que não deixaram rastros? Para onde vou correr quando sentir medo do escuro?
Amadurecer não significa esquecer a magia. Se for assim, que o tempo volte e se congele.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Dois
Não necessitamos de platéia. Não somos estrelas de cinema que precisam ser apreciados.
Nossos dramas são acometidos no silêncio de nossos confins. Fazendo-se intenso, melódico, dependendo do caso.
Escondemo-nos porque o nosso amor não tem porque. Não precisamos que todos saibam, que todos vejam. Se te tenho, tenho o que necessito. E se me tens, que seja suficiente, até que mude as necessidades.
Nossos dramas são acometidos no silêncio de nossos confins. Fazendo-se intenso, melódico, dependendo do caso.
Escondemo-nos porque o nosso amor não tem porque. Não precisamos que todos saibam, que todos vejam. Se te tenho, tenho o que necessito. E se me tens, que seja suficiente, até que mude as necessidades.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Impossivel ter certeza
Se seu coração dispara inesperadamente.
Se você age diferente, te foge as palavras.
Se por acaso você sabe que está fazendo algo que te magoará, mas não consegue evitar.
Se você espera um telefone, um olá, um sorriso.
Então, não se preocupe.
Você precisará conhecer o errado para descobrir a pessoa certa.
Se você age diferente, te foge as palavras.
Se por acaso você sabe que está fazendo algo que te magoará, mas não consegue evitar.
Se você espera um telefone, um olá, um sorriso.
Então, não se preocupe.
Você precisará conhecer o errado para descobrir a pessoa certa.
domingo, 6 de novembro de 2011
Me esconde e mesmo assim ainda te procuro com o mesmo sorriso amarelo e uma latejante esperança de mudança.
Te procuro como alguém que necessita de refúgio permanente, um abrigo confortante em meio a chuva tempestuosa.
Me iludo. Sei que nada irá mudar entre nós. Sei que ao amanhecer ainda estaremos vivendo no anônimato de dois amantes, livres do peso da culpa.
Sofrendo por não enxergar que a resposta está tão perto.
Te procuro como alguém que necessita de refúgio permanente, um abrigo confortante em meio a chuva tempestuosa.
Me iludo. Sei que nada irá mudar entre nós. Sei que ao amanhecer ainda estaremos vivendo no anônimato de dois amantes, livres do peso da culpa.
Sofrendo por não enxergar que a resposta está tão perto.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Tempo
Vá com calma e logo perceberá que o tempo tem suas próprias razões para agir tão depressa.
Não tenha medo. Apenas vá.
O tempo se encarregará do melhor caminho, da melhor estrada, mesmo que você não compreenda.
Vá com calma.
O tempo tem razão para ser como é. Você logo entenderá.
Não tenha medo. Apenas vá.
O tempo se encarregará do melhor caminho, da melhor estrada, mesmo que você não compreenda.
Vá com calma.
O tempo tem razão para ser como é. Você logo entenderá.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Que assim seja
Que os dias de tempestade sejam serenos assim como os dias claros.
Que a felicidade seja algo constante e não esporádica.
Que a vida seja tranquila, na medida, sem excessos e sem ausências.
Que o fim de tarde seja tão nostálgico e encorajador como o pôr-do-sol.
Que haja força de vontade quando não houver mais esperança.
Que haja felicidade antes e acima de tudo.
Que descubramos que a vida nem sempre é simples, mas podemos aprender a descomplicá-la.
Que a felicidade seja algo constante e não esporádica.
Que a vida seja tranquila, na medida, sem excessos e sem ausências.
Que o fim de tarde seja tão nostálgico e encorajador como o pôr-do-sol.
Que haja força de vontade quando não houver mais esperança.
Que haja felicidade antes e acima de tudo.
Que descubramos que a vida nem sempre é simples, mas podemos aprender a descomplicá-la.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Reinvenção
Aprendi a reaprender, a reinventar.
De um nada eu faço tudo, meu quintal feliz.
Crio um barco vou até o outro lado do rio. Vejo uma nova embarcação, retorno, retomo e navego.
Faço fogo para uma noite fria. Faço sol de um dia nublado.
Se me canso, mudo. Vou atrás de um pôr-do-sol, um que mais me agrade.
O mundo está de braços abertos para os corajosos e eu não tenho medo de me jogar.
De um nada eu faço tudo, meu quintal feliz.
Crio um barco vou até o outro lado do rio. Vejo uma nova embarcação, retorno, retomo e navego.
Faço fogo para uma noite fria. Faço sol de um dia nublado.
Se me canso, mudo. Vou atrás de um pôr-do-sol, um que mais me agrade.
O mundo está de braços abertos para os corajosos e eu não tenho medo de me jogar.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
A falta Completada
Se lance em uma mina de palavras e descubra a que mais te combina.
Intensidade.
Exagero por uma vida que requer mais.
Simplicidade.
Um canto qualquer e já te chamo de lar.
Faça de qualquer canto teu abrigo. Maximize-o.
Para quem nada tem, já tem demais.
Aprenda a valorizar um sorriso e nunca estará triste.
Aprendar a amar a si próprio e nunca mais estará só.
Uma vida intensa e simples. A resposta para o que lhe faltava.
Intensidade.
Exagero por uma vida que requer mais.
Simplicidade.
Um canto qualquer e já te chamo de lar.
Faça de qualquer canto teu abrigo. Maximize-o.
Para quem nada tem, já tem demais.
Aprenda a valorizar um sorriso e nunca estará triste.
Aprendar a amar a si próprio e nunca mais estará só.
Uma vida intensa e simples. A resposta para o que lhe faltava.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
inFELICIDADE
Mentes quando achas que és feliz. A felicidade indefinida diante de incertezas. São momentos breves, despercebidos. Acontece e já somos tomados novamente pelo vazio.
A insatisfação do ser alimenta a infelicidade. A buaca é a felicidade.
Que bobagem dizer ser feliz, uma vez que nada mais és composto pela sua ausência.
A insatisfação do ser alimenta a infelicidade. A buaca é a felicidade.
Que bobagem dizer ser feliz, uma vez que nada mais és composto pela sua ausência.
Um ponto
Você pode ser um ponto despercebido ou que fará a diferença. Você pode viver no espaço ou de pés implantados no chão. Sem depender de outros a não ser de si e em um potencial escondido, que necessita ser descoberto. Cedo ou tarde, porém descoberto.
sábado, 1 de outubro de 2011
Imaginei... Imaginando ser.
Imaginei um barquinho, um rio e uma encosta.
Imaginei um castelo cheio de reis despretenciosos.
Imaginei ser gigante de coração mole.
Acreditei que crescer era simplesmente imaginar ser. Mas, ao contrário, mal me deixam pensar.
Imaginei então o infinito. Lá me refugiei, imaginando ser o tudo, ser o nada. Imaginando ser eterno.
E vivendo como quero, criando um mundo só meu, onde posso correr livremente.
Imaginei que crescer fosse diferente. Imaginei que seria liberdade.
Imaginei um castelo cheio de reis despretenciosos.
Imaginei ser gigante de coração mole.
Acreditei que crescer era simplesmente imaginar ser. Mas, ao contrário, mal me deixam pensar.
Imaginei então o infinito. Lá me refugiei, imaginando ser o tudo, ser o nada. Imaginando ser eterno.
E vivendo como quero, criando um mundo só meu, onde posso correr livremente.
Imaginei que crescer fosse diferente. Imaginei que seria liberdade.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Amor?!
Para os racionais uma imensa dificuldade. O impalpável, impossivel de ser medido e solucionado através de uma fórmula, onde a+b=c.
Para os insaciavéis, a fartura. Um começa sem fim, de uma reta iniciada de um ponto.
Alimentado pelos sentimentos mais bonitos e tórdidos. A angústia de não possuir o essencial, o outro. É possuir a mesma carne quando então torna-se obsessão.
Impossivel definir, fácil de aceitar. Uma necessidade humana comunitária.
A falta de sentido quando o outro ausenta-se. A angústia de perder quem nunca nos pertenceu.
A doçura de olhos radiantes dos apaixonados.
Sem amor não há vida ou sem vida não amor?
A primeira lição vem logo cedo: 'amar para ser amado'. Não a todos isso acontece. A melancolia.
A manifestação em diversas formas e faces. O sentimento singelo, puramente verdadeiro.
Entre ganhos e perdas. É o amor brincando, remontando. Errando 1, 2, 3, 4... é o preço a pagar por amar. A recompensa, porém, não tardará a chegar.
Para os insaciavéis, a fartura. Um começa sem fim, de uma reta iniciada de um ponto.
Alimentado pelos sentimentos mais bonitos e tórdidos. A angústia de não possuir o essencial, o outro. É possuir a mesma carne quando então torna-se obsessão.
Impossivel definir, fácil de aceitar. Uma necessidade humana comunitária.
A falta de sentido quando o outro ausenta-se. A angústia de perder quem nunca nos pertenceu.
A doçura de olhos radiantes dos apaixonados.
Sem amor não há vida ou sem vida não amor?
A primeira lição vem logo cedo: 'amar para ser amado'. Não a todos isso acontece. A melancolia.
A manifestação em diversas formas e faces. O sentimento singelo, puramente verdadeiro.
Entre ganhos e perdas. É o amor brincando, remontando. Errando 1, 2, 3, 4... é o preço a pagar por amar. A recompensa, porém, não tardará a chegar.
terça-feira, 19 de julho de 2011
A minha arte de escrever
A minha arte de escrever não ilustra coisa alguma. É uma frase incompleta, um pensamento solto. Não conta uma história e muito menos possui continuidade.
Há aqueles que se desagradam, que a intitulam sem sentido. Porém, ela é feita para os poucos que a admiram e se ainda assim não houver platéia, continuarei falando minhas bobagens, no escuro, para que eu mesma possa ouvi-las.
Há aqueles que se desagradam, que a intitulam sem sentido. Porém, ela é feita para os poucos que a admiram e se ainda assim não houver platéia, continuarei falando minhas bobagens, no escuro, para que eu mesma possa ouvi-las.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Indução da Palavra
Tudo que leio me influência, como se eu pegasse emprestado algumas ideias e torná-las minhas. Não hajo com desrespeito e sim com gratidão por tornar minha vida menos entendiosa, por me mostrar outras vidas, puras faces na qual eu me vislumbro e passo a vivê-la.
Crio meu próprio estilo a partir de tudo e de todos. Nada se cria do nada e eu não seria diferente.
Enquanto eu tiver comigo o dom da palavra, poderei transmitir a quem deseja ouvir, que não muitos, mas agradeço aqueles que o fazem, o que penso, o que sou, o que ouço e no que acredito. As minhas palavras são a minha essência, o que de fato sou. Sem personagens, sem regras, sem a sociedade me impondo formas de agir e falar. Apenas eu e nada mais.
Crio meu próprio estilo a partir de tudo e de todos. Nada se cria do nada e eu não seria diferente.
Enquanto eu tiver comigo o dom da palavra, poderei transmitir a quem deseja ouvir, que não muitos, mas agradeço aqueles que o fazem, o que penso, o que sou, o que ouço e no que acredito. As minhas palavras são a minha essência, o que de fato sou. Sem personagens, sem regras, sem a sociedade me impondo formas de agir e falar. Apenas eu e nada mais.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Distante
Que arde no eterno azul.
Pudesse eu copiar o brilho das estrelas? Amai para entendê-lo.
Não te encontro, não te alcanço.
Além do tempo, me leva.
Pudesse eu copiar o brilho das estrelas? Amai para entendê-lo.
Não te encontro, não te alcanço.
Além do tempo, me leva.
És tu
O teu tom, o teu canto, me ensinou o não dito, o maldito, o significativo. Matou-me a fome do desejo.
Dançou até o cessar e amou. Amou a vida como nenhum outro.
De meus lábios, palavras, trançadas a ti. Assim como meu coração exilado, que só pode entregar-se e amar, amar, amar a ti.
Dançou até o cessar e amou. Amou a vida como nenhum outro.
De meus lábios, palavras, trançadas a ti. Assim como meu coração exilado, que só pode entregar-se e amar, amar, amar a ti.
Pretério Mais-Que-Perfeito
O pensamento longe errava até mesmo o vislumbrar do passado. Como uma breve saudade de bela fronte, desprendendo-se no tempo, no balanço da vida. Vida essa, que passeia despreocupada no espaço.
A mentira de uma vida vazia, comtemplada pela inquietude da loucura, que um dia morrerá em paz.
A mentira de uma vida vazia, comtemplada pela inquietude da loucura, que um dia morrerá em paz.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
As comparações do amor
Amar é como ler um livro novo.
No começo é aquele entusiasmo, vontade de ler quantas mais páginas possiveis. Devorar.
E então, o Clímax dá as caras, o auge. E aos poucos vai esfriando até que aconteça o inevitável, o fim. O fim necessário.
Hora de buscar uma nova história, um novo romance, um novo estilo.
O velho livro, deixado de lado, empoeirado, talvez volte a ser lido, talvez.
Assim é o amor...
Uma leitura empolgante no começo, esfria e termina.
As vezes aquele velho amor é tão bom quanto o já então velho livro, vale a pena ser relido.
Mas, no amor, é necessário que se recrie, caso contrário não é necessário terminar o livro para se conhecer o desfecho.
Claro que não existe regras ou fórmulas. Porém, para algumas pessoas amar é assim, como ler um livro.
No começo é aquele entusiasmo, vontade de ler quantas mais páginas possiveis. Devorar.
E então, o Clímax dá as caras, o auge. E aos poucos vai esfriando até que aconteça o inevitável, o fim. O fim necessário.
Hora de buscar uma nova história, um novo romance, um novo estilo.
O velho livro, deixado de lado, empoeirado, talvez volte a ser lido, talvez.
Assim é o amor...
Uma leitura empolgante no começo, esfria e termina.
As vezes aquele velho amor é tão bom quanto o já então velho livro, vale a pena ser relido.
Mas, no amor, é necessário que se recrie, caso contrário não é necessário terminar o livro para se conhecer o desfecho.
Claro que não existe regras ou fórmulas. Porém, para algumas pessoas amar é assim, como ler um livro.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Morte
Tenho uma visão diferente da morte.
Independente de céu e inferno, acho que a morte seria como um dia de muito frio, escuro e muito vento.
Como se você estivesse em um lugar abandonado, sozinho e sem pensamentos.
É dificil pensar sobre a morte, a minha e das pessoas que gosto e admiro.
Confesso que tenho medo, mas é inevitável, infelizmente.
Independente de céu e inferno, acho que a morte seria como um dia de muito frio, escuro e muito vento.
Como se você estivesse em um lugar abandonado, sozinho e sem pensamentos.
É dificil pensar sobre a morte, a minha e das pessoas que gosto e admiro.
Confesso que tenho medo, mas é inevitável, infelizmente.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
A ideia é crer que tudo dará certo, mesmo que todos os indicios aponte o contrário.
Tudo começa com um pensamento livre e confiante e depois deslancha no mar da confiança, até que abale novamente as estruturas.
Construir, destruir, reconstruir. Sinônimo de viver.
Continue andando e também seguirá esse mesmo script, porém, cada qual com o seu final.
Tudo começa com um pensamento livre e confiante e depois deslancha no mar da confiança, até que abale novamente as estruturas.
Construir, destruir, reconstruir. Sinônimo de viver.
Continue andando e também seguirá esse mesmo script, porém, cada qual com o seu final.
domingo, 19 de junho de 2011
Não sou a melhor das construções e espelho de consistência. Sou as vezes fraca, as vezes errada. Mas, nunca sem caráter, nunca desleal.
A visão que todos têm de mil são múltiplas. Mas, ouvir muitas vezes que você é um lixo e que não presta, por mais que você saiba que é muito que isso, acaba se convencendo por repitação.
A visão que todos têm de mil são múltiplas. Mas, ouvir muitas vezes que você é um lixo e que não presta, por mais que você saiba que é muito que isso, acaba se convencendo por repitação.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Pé no chão
Paz e simplicidade. Repousar a cabeça no travesseiro e deslumbrar numa utópica esporádica. Simplesmente eterna e mutuamente verdadeira.
Deixar um pouco de lado o mundo. Trazer mais perto de si, o eu.
Conviver mais com os dramas, as falácias, as comédias, as neuras. Entendendo-se melhor, é possível fazer com que nos entendam de forma maximizada.
Realizar tudo isso enquanto os olhos estiverem abertos. No devaneio, ficará perambulando para sempre.
Esse é o grande desafio.
Deixar um pouco de lado o mundo. Trazer mais perto de si, o eu.
Conviver mais com os dramas, as falácias, as comédias, as neuras. Entendendo-se melhor, é possível fazer com que nos entendam de forma maximizada.
Realizar tudo isso enquanto os olhos estiverem abertos. No devaneio, ficará perambulando para sempre.
Esse é o grande desafio.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Cotidiano
Me arrisco diariamente tentando achar respostas a perguntas que não me são cabíveis. E quando as encontro, escondo-as, porque logo percebo que elas não me pertencem.
Se quero seguir com tranquilidade, aprendi que é preciso levar a vida sem efemeridade, com cautela.
Porém, sem deixar passar despercebido momentos, pelo simples medo de arriscar.
Se quero seguir com tranquilidade, aprendi que é preciso levar a vida sem efemeridade, com cautela.
Porém, sem deixar passar despercebido momentos, pelo simples medo de arriscar.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Juventude
O tempo que supostamente perdemos, não foi perdido.
E a juventude comprova que o tempo é relativo e adquire um olhar mais criterioso ou mais infantil, depende dos olhos que o avalia.
Nada disso nos foi prometido e nunca disseram que o caminho seria livre de obestáculos e incertezas. E só com o tempo somos capazes de perceber que é necessário; torna nossa alma mais nobre.
A juventude passou e posou as suas asas no vão do esquecimento. Adulto virei sem querer.
E o tempo posso emxergar de outra forma, com mais leveza e menos efemeridade.
Sem deixar de lado o velho otimismo juvenil, tão belo e ao mesmo tempo tão inocente.
E a juventude comprova que o tempo é relativo e adquire um olhar mais criterioso ou mais infantil, depende dos olhos que o avalia.
Nada disso nos foi prometido e nunca disseram que o caminho seria livre de obestáculos e incertezas. E só com o tempo somos capazes de perceber que é necessário; torna nossa alma mais nobre.
A juventude passou e posou as suas asas no vão do esquecimento. Adulto virei sem querer.
E o tempo posso emxergar de outra forma, com mais leveza e menos efemeridade.
Sem deixar de lado o velho otimismo juvenil, tão belo e ao mesmo tempo tão inocente.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Felicidade
O desafio impulsiona mais que a conquista. Quando chega-se o fim, tudo perde a graça, o tédio apresenta-se e então necessitamos novamente de algo novo.
Para não temê-lo é necessário muita coragem, diferentemente do que pensam aqueles, que nos chamam de covardes.
Cada um faz a escolha de como ir em busca da felicidade. O dificil é saber identificá-la.
Há ainda aqueles que encerram suas vidas sem nunca tê-la conhecido.
Mas, certo de que teve muitas outras alegrias, experiências que até julgou satisfatórias, porque ninguém pode sentir saudade daquilo que nunca foi vivido.
Para não temê-lo é necessário muita coragem, diferentemente do que pensam aqueles, que nos chamam de covardes.
Cada um faz a escolha de como ir em busca da felicidade. O dificil é saber identificá-la.
Há ainda aqueles que encerram suas vidas sem nunca tê-la conhecido.
Mas, certo de que teve muitas outras alegrias, experiências que até julgou satisfatórias, porque ninguém pode sentir saudade daquilo que nunca foi vivido.
sábado, 28 de maio de 2011
Caminho
A parte dificil em ser humano é o perdão.
Não há como esquecer o passado e criar um novo presente.
Assim como não é possivel deixar de sofrer e inventar alegrias.
Um sorriso pode ser o disfarce para uma alma que padece.
A estrada para a paz e refúgio.
Podendo ser mais longo ou mais curto, só depende da escolha para que lado seguir.
Não há como esquecer o passado e criar um novo presente.
Assim como não é possivel deixar de sofrer e inventar alegrias.
Um sorriso pode ser o disfarce para uma alma que padece.
A estrada para a paz e refúgio.
Podendo ser mais longo ou mais curto, só depende da escolha para que lado seguir.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Nostalgia II
Que bom seria se o tempo voltasse e tivessemos novamente as velhas conversas com aquela velha risada gostosa.
Que bom seria se o tempo parasse e seu abraço fosse eterno. Ainda posso senti-lo como se fosse o primeiro.
Que bom seria acordar e voltar a ser criança, quando a vida resumia-se a brincar e correr.
Que bom seria se o futuro fosse tão bom quanto o passado e que eu pudesse em um dia qualquer como este, relembrar dos melhor momentos e saber que valeu a pena cada risada, cada choro, cada abraço, cada momento.
Que bom seria se o tempo parasse e seu abraço fosse eterno. Ainda posso senti-lo como se fosse o primeiro.
Que bom seria acordar e voltar a ser criança, quando a vida resumia-se a brincar e correr.
Que bom seria se o futuro fosse tão bom quanto o passado e que eu pudesse em um dia qualquer como este, relembrar dos melhor momentos e saber que valeu a pena cada risada, cada choro, cada abraço, cada momento.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Mundo Moderno
Sonhar?
Um dia se encerra e parte para um ciclo vicioso, quebrado pela insônia.
Informações borbulham, te bombardeam, milhões delas, toda hora.
Será que há tempo para um café?
Será que perdi muita coisa ao dar uma piscada mais longa enquanto tentava entender mais a fundo o porque meus olhos pesados, sem descansar.
Será que dormir é privilégio ou luxo? Rotina ou necessidade?
Agir.
Fim das 22h. Hora de relaxar e deixar-se levar pelo ciclo vicioso?
Afinal, o que é mesmo dormir?
Um dia se encerra e parte para um ciclo vicioso, quebrado pela insônia.
Informações borbulham, te bombardeam, milhões delas, toda hora.
Será que há tempo para um café?
Será que perdi muita coisa ao dar uma piscada mais longa enquanto tentava entender mais a fundo o porque meus olhos pesados, sem descansar.
Será que dormir é privilégio ou luxo? Rotina ou necessidade?
Agir.
Fim das 22h. Hora de relaxar e deixar-se levar pelo ciclo vicioso?
Afinal, o que é mesmo dormir?
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Utópia ou objetivo?
Dificil é achar o equilibrio entre ser e querer ser.
Eu queria ser astronauta e viver no céu. Ou uma astronoma e viver admirando as estrelas.
A fantasia é um campo sem fim, que podemos brincar, construir, desbravar e até revolucionar.
E então tu acorda com o desespertador berrando às 6h da manhã te convidando ao novo dia que só acabará a 00h00.
Mas, o mais legal disso tudo é saber que de acordo com as minhas escolhas, eu posso ser tudo o que eu quiser.
Entrar para história, documentar minha história ou simplesmente viver um sonho, porém, acordada.
Eu queria ser astronauta e viver no céu. Ou uma astronoma e viver admirando as estrelas.
A fantasia é um campo sem fim, que podemos brincar, construir, desbravar e até revolucionar.
E então tu acorda com o desespertador berrando às 6h da manhã te convidando ao novo dia que só acabará a 00h00.
Mas, o mais legal disso tudo é saber que de acordo com as minhas escolhas, eu posso ser tudo o que eu quiser.
Entrar para história, documentar minha história ou simplesmente viver um sonho, porém, acordada.
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domingo, 15 de maio de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Óbvio
Afinal, qual o sentido de viver sob máscaras e sorrisos falsos quando tudo ao teu redor suplica por socorro?
E se o este filme mudo não parasse de brincar como se fossemos marionetes, artistas.
Tudo se junta dentro da alma e inflama os prazeres que ainda resta da vida.
E o que sobra? E o que será agora?
Ficará novamente a cargo do destino. Pobre destino que já não aguenta mais novidades.
Pobre corpo que suporta tudo calado sem ter com quem compartilhar.
E se o este filme mudo não parasse de brincar como se fossemos marionetes, artistas.
Tudo se junta dentro da alma e inflama os prazeres que ainda resta da vida.
E o que sobra? E o que será agora?
Ficará novamente a cargo do destino. Pobre destino que já não aguenta mais novidades.
Pobre corpo que suporta tudo calado sem ter com quem compartilhar.
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