Amar é como ler um livro novo.
No começo é aquele entusiasmo, vontade de ler quantas mais páginas possiveis. Devorar.
E então, o Clímax dá as caras, o auge. E aos poucos vai esfriando até que aconteça o inevitável, o fim. O fim necessário.
Hora de buscar uma nova história, um novo romance, um novo estilo.
O velho livro, deixado de lado, empoeirado, talvez volte a ser lido, talvez.
Assim é o amor...
Uma leitura empolgante no começo, esfria e termina.
As vezes aquele velho amor é tão bom quanto o já então velho livro, vale a pena ser relido.
Mas, no amor, é necessário que se recrie, caso contrário não é necessário terminar o livro para se conhecer o desfecho.
Claro que não existe regras ou fórmulas. Porém, para algumas pessoas amar é assim, como ler um livro.
Pensar é transgredir e escrever te faz pensar mais além do que seu consciente permite.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Morte
Tenho uma visão diferente da morte.
Independente de céu e inferno, acho que a morte seria como um dia de muito frio, escuro e muito vento.
Como se você estivesse em um lugar abandonado, sozinho e sem pensamentos.
É dificil pensar sobre a morte, a minha e das pessoas que gosto e admiro.
Confesso que tenho medo, mas é inevitável, infelizmente.
Independente de céu e inferno, acho que a morte seria como um dia de muito frio, escuro e muito vento.
Como se você estivesse em um lugar abandonado, sozinho e sem pensamentos.
É dificil pensar sobre a morte, a minha e das pessoas que gosto e admiro.
Confesso que tenho medo, mas é inevitável, infelizmente.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
A ideia é crer que tudo dará certo, mesmo que todos os indicios aponte o contrário.
Tudo começa com um pensamento livre e confiante e depois deslancha no mar da confiança, até que abale novamente as estruturas.
Construir, destruir, reconstruir. Sinônimo de viver.
Continue andando e também seguirá esse mesmo script, porém, cada qual com o seu final.
Tudo começa com um pensamento livre e confiante e depois deslancha no mar da confiança, até que abale novamente as estruturas.
Construir, destruir, reconstruir. Sinônimo de viver.
Continue andando e também seguirá esse mesmo script, porém, cada qual com o seu final.
domingo, 19 de junho de 2011
Não sou a melhor das construções e espelho de consistência. Sou as vezes fraca, as vezes errada. Mas, nunca sem caráter, nunca desleal.
A visão que todos têm de mil são múltiplas. Mas, ouvir muitas vezes que você é um lixo e que não presta, por mais que você saiba que é muito que isso, acaba se convencendo por repitação.
A visão que todos têm de mil são múltiplas. Mas, ouvir muitas vezes que você é um lixo e que não presta, por mais que você saiba que é muito que isso, acaba se convencendo por repitação.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Pé no chão
Paz e simplicidade. Repousar a cabeça no travesseiro e deslumbrar numa utópica esporádica. Simplesmente eterna e mutuamente verdadeira.
Deixar um pouco de lado o mundo. Trazer mais perto de si, o eu.
Conviver mais com os dramas, as falácias, as comédias, as neuras. Entendendo-se melhor, é possível fazer com que nos entendam de forma maximizada.
Realizar tudo isso enquanto os olhos estiverem abertos. No devaneio, ficará perambulando para sempre.
Esse é o grande desafio.
Deixar um pouco de lado o mundo. Trazer mais perto de si, o eu.
Conviver mais com os dramas, as falácias, as comédias, as neuras. Entendendo-se melhor, é possível fazer com que nos entendam de forma maximizada.
Realizar tudo isso enquanto os olhos estiverem abertos. No devaneio, ficará perambulando para sempre.
Esse é o grande desafio.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Cotidiano
Me arrisco diariamente tentando achar respostas a perguntas que não me são cabíveis. E quando as encontro, escondo-as, porque logo percebo que elas não me pertencem.
Se quero seguir com tranquilidade, aprendi que é preciso levar a vida sem efemeridade, com cautela.
Porém, sem deixar passar despercebido momentos, pelo simples medo de arriscar.
Se quero seguir com tranquilidade, aprendi que é preciso levar a vida sem efemeridade, com cautela.
Porém, sem deixar passar despercebido momentos, pelo simples medo de arriscar.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Juventude
O tempo que supostamente perdemos, não foi perdido.
E a juventude comprova que o tempo é relativo e adquire um olhar mais criterioso ou mais infantil, depende dos olhos que o avalia.
Nada disso nos foi prometido e nunca disseram que o caminho seria livre de obestáculos e incertezas. E só com o tempo somos capazes de perceber que é necessário; torna nossa alma mais nobre.
A juventude passou e posou as suas asas no vão do esquecimento. Adulto virei sem querer.
E o tempo posso emxergar de outra forma, com mais leveza e menos efemeridade.
Sem deixar de lado o velho otimismo juvenil, tão belo e ao mesmo tempo tão inocente.
E a juventude comprova que o tempo é relativo e adquire um olhar mais criterioso ou mais infantil, depende dos olhos que o avalia.
Nada disso nos foi prometido e nunca disseram que o caminho seria livre de obestáculos e incertezas. E só com o tempo somos capazes de perceber que é necessário; torna nossa alma mais nobre.
A juventude passou e posou as suas asas no vão do esquecimento. Adulto virei sem querer.
E o tempo posso emxergar de outra forma, com mais leveza e menos efemeridade.
Sem deixar de lado o velho otimismo juvenil, tão belo e ao mesmo tempo tão inocente.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Felicidade
O desafio impulsiona mais que a conquista. Quando chega-se o fim, tudo perde a graça, o tédio apresenta-se e então necessitamos novamente de algo novo.
Para não temê-lo é necessário muita coragem, diferentemente do que pensam aqueles, que nos chamam de covardes.
Cada um faz a escolha de como ir em busca da felicidade. O dificil é saber identificá-la.
Há ainda aqueles que encerram suas vidas sem nunca tê-la conhecido.
Mas, certo de que teve muitas outras alegrias, experiências que até julgou satisfatórias, porque ninguém pode sentir saudade daquilo que nunca foi vivido.
Para não temê-lo é necessário muita coragem, diferentemente do que pensam aqueles, que nos chamam de covardes.
Cada um faz a escolha de como ir em busca da felicidade. O dificil é saber identificá-la.
Há ainda aqueles que encerram suas vidas sem nunca tê-la conhecido.
Mas, certo de que teve muitas outras alegrias, experiências que até julgou satisfatórias, porque ninguém pode sentir saudade daquilo que nunca foi vivido.
Assinar:
Comentários (Atom)